"devagar, o tempo transforma tudo em tempo. o ódio transforma-se em tempo, o amor transforma-se em tempo, a dor transforma-se em tempo." José Luís Peixoto
02
Fev 17
publicado por Moscardo, às 23:00link do post | comentar

 

 

4-Escher-Relativity.jpg

 


02
Set 13
publicado por Moscardo, às 22:00link do post | comentar

 

     Inesquecível, a vasta exposição de Dalí que hoje termina, no Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madrid. Pelas fenomenais, embaraçosas e eternas representações pictóricas do subconsciente, jamais descritíveis em palavras.



O Contador Antropomórfico



29
Mar 13
publicado por Moscardo, às 16:00link do post | comentar

 

   Isaac Newton percebeu melhor do que ninguém as limitações da perspectiva mecanicista e reducionista da economia. Logo depois de ter perdido grande parte da sua fortuna com a crise especulativa dos Mares do Sul, em 1720.

 

 

Newton, por William Blake

18
Out 12
publicado por Moscardo, às 22:00link do post | comentar

   Para Van Gogh, a arte não imita a vida. O inverso tão pouco acontece. Para Van Gogh, a arte é a vida. Duma perspectiva distante, talvez seja possível dizer que falhou tanto numa como foi bem sucedido na outra, tendo a pintura actuado como único elo à realidade. Nos seus quadros, a natureza adquire um outro significado: o belo conjuga-se com o perturbador através de linhas vincadas e abstracções na cor. Toda a realização, desespero, devoção e angústia estão presentes: nos contornos dinâmicos, traçado sulcado e devaneio cromático, que tudo ilumina. Acabou por criar o mundo que conhecia, numa espécie de pré-expressionismo. 

"Experimento uma terrível clareza em momentos em que a natureza é tão linda. Perco a consciência de mim e os quadros vêm como um sonho" 

   Ao ler sobre o pintor, não se percebe se enlouqueceu da solidão, ou se ficou só após enlouquecer. Percebe-se que ansiou pelo reconhecimento de pares e sociedade, acabando por não ter nenhum. A Vinha Vermelha terá sido o único quadro vendido em vida.

 

 


24
Jun 12
publicado por Moscardo, às 15:44link do post | comentar | ver comentários (2)

   No período azul, a temática da solidão, pobreza, apatia e morte são dominantes. Em contraste, o discurso de Picasso é sempre o do inconformismo.

 

(…) nunca considerei a pintura como arte de puro entretenimento e distracção. Através do desenho e da cor, pois que eram estas as minhas armas, pretendia penetrar de forma cada vez mais profunda no conhecimento do mundo e dos homens, para que este conhecimento nos fizesse mais livres dia após dia… Sim, tenho consciência de ter lutado com a minha pintura como um verdadeiro revolucionário…

 

 

                                         Os Pobres na Praia, Picasso, 1903

 

 

Na nossa miserável época importa sobretudo despertar o entusiasmo. Quantas pessoas leram realmente Homero? E no entanto todo o mundo fala dele. Assim nasceu a lenda Homero. E uma tal lenda tem o poder de constituir um valioso incentivo. Entusiasmo é o que mais falta nos faz, a nós e à juventude.

Pablo Picasso


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